terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Reta Final: Totó e família decidem ficar no Brasil de vez


Brasil ou Itália? É esta a dúvida que vai pairar sob os Mattoli, nesta reta final de Passione. Para decidir onde vão ficar de vez, Totó (Tony Ramos) reunirá a família para ouvir a opinião de cada um. O resultado? Todos vão decidir ficar em terras brasileiras!

Reta Final: Clara e Valentina fogem da


Na reta final de Passione, após uma passagem de tempo, cerca de um ano após ser presa, Clara (Mariana Ximenes) engole a raiva de Valentina (Daisy Lúcidi) e planeja com a avó um possível plano de fuga

sábado, 23 de outubro de 2010

Grávida, Rosana Jatobá fala sobre o desafio de criar gêmeos


Rosana Jatobá está realizando um grande sonho: ser mãe. Planejada há um ano e meio, a gravidez veio melhor que a encomenda, são dois bebês de uma vez, um casal. "Foi uma surpresa e um susto. Mas eu sempre desejei ter gêmeos. Eu e meu marido sempre falávamos: 'imagina se a gente tiver um casal, já resolve a situação, já fecha a fábrica'", contou a jornalista, casada há dois anos com Frederico Mesnik.

Para o desafio de criar duas crianças de uma vez, Rosana aposta na ajuda da família, na informação que tem captado com médicos e livros, além dos exemplos que tem por perto, como de Fátima Bernardes. "Tenho colegas que tiveram gêmeos e uma outra que teve trigêmeos, então por que é que eu não posso dar conta?", brinca ela, que já escolheu o nome das crianças, Lara e Benjamim. No sexto mês de gravidez, Rosana Jatobá conversou com o EGO sobre a barriguinha que você vê diariamente crescer no "Jornal Nacional".

Como foi descobrir que estava grávida de gêmeos?


Logo no início, quando desconfiei que estava grávida, corri para o médico. Fiz o primeiro ultrassom, ele detectou um feto e disse: 'Você está grávida, parabéns! E tem mais um aqui'. Foi uma surpresa e um susto. Mas eu sempre desejei ter gêmeos. Eu e meu marido sempre falávamos: 'imagina se a gente tiver um casal, já resolve a situação, já fecha a fábrica'.

E foi mesmo o que aconteceu, vai vir um casal...
Primeiro recebi a notícia de que eram gêmeos. No quarto mês, fiz um exame de sangue e deu um cromossomo Y. Então, um dos dois, com certeza, era menino. Esperei um pouquinho mais e fiz o ultrassom morfológico que detecta o sexo. O Doutor Mário Burlaquini disse que tinha 99% de chance de ser um casal. Foi uma alegria, uma bênção. E já estávamos tentando há um ano e meio.





Gêmeos, está preparada para dois de uma vez só?
Existem muitos mitos em torno dessa questão de gêmeos. Muita gente diz que é trabalho dobrado, que vou ficar muito cansada, que não vou poder amamentar o tempo que estava pensando, que eles vão ter que entrar com complemento (alimentar) logo cedo. Estas questões me deixaram um pouco temerosa, mas eu comecei a ler muito sobre o assunto e vi que se você tem ajuda e informação consegue lidar numa boa. Estou fazendo tudo com muita antecedência, o médico não aconselha a ficar na correria de quarto, de enxoval. As coisas estão mais ou menos alinhavadas. Acho que se eu fui agraciada com essa bênção é porque tenho condição de dar conta.

Vai contar com ajuda?
Toda minha família esta muito mobilizada, os meus pais, os pais do Fred. Não estou me sentindo amedrontrada diante do desafio. Ao contrário, acho que vai ser muito bom. E a perspectiva dos meus filhos serem companheiros me dá tanto alento, me sinto tão privilegiada. Já estou fazendo escala de revezamento na família, vou botar todo mundo pra trabalhar. Vou ter uma enfermeira e uma babá e quero amamentar o máximo de tempo possível. Tenho colegas que tiveram gêmeos e uma outra que teve trigêmeos (Fátima Bernardes), então por que é que eu não posso dar conta? (risos)

Está fazendo alguma preparação para o corpo?
Até o quarto mês e meio, estava fazendo musculação, ioga e caminhando na esteira, que eram coisas que eu já fazia antes, fiz atividade física intensa a vida inteira. Mas por conta da gravidez gemelar, o médico pediu que eu tivesse cautela. Agora eu reduzi muito, estou fazendo RPG que é para manter a postura, não sobrecarregar a lombar e os músculos intercostais. Estou fazendo drenagem linfática quatro vezes por semana e alongamento. Caminhando um pouco e fazendo meditação todos os dias.



E os nomes?
Já defini! É Lara, que signifca doce coração. E Benjamim, que significa o filho favorito.



E no seu figurino para o "Jornal Nacional", o que mudou?
Mudamos totalmente. Temos uma equipe de figurinistas que providenciou, logo que a barriguinha ficou saliente, um figurino especial para grávidas. Colocar roupa de não-grávida em mulher grávida é difícil, não fica adequado. Só em casos muito específicos como este vestido (ela usava um modelo da Adriana Barra).

Governo deve elevar previsão de superávit comercial, diz Miguel Jorge

O governo anunciará a nova meta do superávit da balança comercial de 2010 na próxima semana, segundo informou nesta sexta-feira (22) o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, em evento da Câmara Brasil Alemanha, em São Paulo.



A previsão atual é que o país fechará o ano registrando saldo positivo de US$ 15 bilhões. No entanto, esse número foi ultrapassado, conforme as projeções do governo, e nesta segunda-feira (25) será conhecida a nova meta. Atualmente, são estimadas para 2010 exportações da ordem de US$ 190 bilhões e importações de US$ 175 bilhões, resultando no saldo que será revisado.

Questionado a respeito dos motivos que fizeram com que os números fossem revisados para cima, o ministro se limitou a dizer que há uma pressão maior das exportações. “Só pode ser isso”, disse, evitando dar mais detalhes sobre a nova perspectiva de saldo, como quais setores teriam garantido esse resultado.

Para este ano, as projeções do boletim Focus do Banco Central apontam para um superávit da balança comercial de US$ 15,85 bilhões.

Desindustrialização
O ministro voltou a negar que o país esteja passando por um processo de desindustrialização devido à perda de competitividade que alguns setores da economia vêm enfrentando.

“Pelos dados apresentados até agora, vimos que a indústria brasileira é sólida e diversificada, passa por um excelente momento em termos de investimento e geração de emprego e tem competitividade em vários setores, com boas perspectivas para o futuro. São sinais claros de que não há desindustrialização”, disse o ministro.

Com base em projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ministro disse que, entre 2010 e 2013, está previsto investimento de mais de R$ 1 trilhão, quantia 9,1% superior ao período de 2005 a 2008.

Para a indústria, especificamente, o crescimento previsto é de 74,8%, considerando os mesmos períodos. “O crescimento médio anual previsto para o investimento na indústria é de 11,8%, também maior do que nos outros dois setores.”

O mesmo otimismo não é compartilhado pelos empresários alemães, que prepararam o evento do qual participou Miguel Jorge. Segundo o presidente da Câmara Brasil Alemanha, Weber Porto, há empresas germânicas repensando os investimentos previstos para o Brasil nos próximos cinco meses.

“Há uma preocupação das empresas no sentido da garantia da competitividade brasileira. O real está valorizado e isso prejudica bastante, além de custos altos de mão de obra e logística. Quando você olha os custos, você percebe que o Brasil está em uma posição muito desfavorável”, citou Porto.

Entraves
A alta taxação sobre a produção nacional, a escassez de mão de obra e a falta de financiamento de longo prazo oferecido pelo mercado são apontados como fatores que afetam a competitividade da indústria brasileira frente a outros países, segundo avaliação do ministro do Desenvolvimento.

Aliados a esses entraves estão ainda ineficiências de infraestrutura, que elevam os custos de produção e exportação, e a alta competitividade de países como China, que adota uma política cambial que pressiona a desvalorização da sua moeda para obter vantagens sobre suas exportações.

Defesa comercial
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, hoje o governo adota medidas antidumping em cerca de três meses, quando, em outros países, esse tempo é de, em média, 12 meses. No país, já foram aplicadas 67 medidas de proteção comercial, e estão em curso 30 investigações e 25 pedidos de análise. “Isso nos transforma no terceiro maior usuário dessas medidas, segundo a OMC”, afirmou.

Depois de mais de 1 mês internado, Belluzzo recebe alta, diz hospital


O economista Luiz Gonzaga Belluzzo teve alta do Hospital Sírio-Libanês nesta sexta-feira (22), segundo nota divulgada pela instituição médica. De acordo com o texto, "o paciente se recuperou muito bem".

As informações médicas foram passadas pela equipe que acompanha o paciente, coordenada pelos médicos Maurício Daniel Gattaz, Edson Stefanini e Fabio Jatene.

Histórico
Belluzzo, que é presidente licenciado da Sociedade Esportiva Palmeiras, deu entrada no hospital às 16h do dia 20 de setembro, com dores no peito. No dia seguinte, o economista foi submetido a um cateterismo cardíaco.

No dia 22, exames detectaram a necessidade de cirurgia para a revascularização do miocárdio. O paciente foi operado no dia 28 e passou a fazer fisioterapia respiratória.

O economista é professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda de 1985 a 1987; e membro do Conselho de Administração da BM&FBovespa.

Ministros do G20 fazem acordo contra desvalorização de moedas

Os ministros das Finanças do G20 reunidos na Coreia do Sul chegaram a um acordo neste sábado (23) para deter as desvalorizações competitivas de moedas, embora não tenham conseguido um consenso sobre uma linguagem mais firme que poderia ter estimulado o dólar, segundo um comunicado final.

Os membros do G20 se comprometeram em um comunicado a "regular as desvalorizações competitivas de suas moedas", enquanto as nações em desenvolvimento prometeram reduzir seus déficits orçamentários ao longo do tempo e tomar ações para controlar os desequilíbrios das contas correntes.

Os países "tomarão uma série de medidas para reduzir os desequilíbrios excessivos e manter o desequilíbrio de suas contas correntes em níveis aceitáveis", segundo o comunicado adotado após dois dias de debates em Gyeongju.



Para que o mundo possa crescer a um ritmo forte e sólido no futuro, precisamos trabalhar para conquistar um maior equilíbrio no caminho da expansão global enquanto nos recuperamos da crise", disse o secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner.

O grupo, no entanto, não anunciou metas específicas para se atingir o objetivo de "reequilibrar" o crescimento global e diminuir o excesso de confiança nas importações norte-americanas. A reunião em Gyeongju tem como objetivo a preparação para uma reunião de cúpula do G20 em 11 e 12 de novembro em Seul.

Os ministros, reunidos em um clima tenso pelo risco de uma "guerra cambial", pediram sistemas com taxas de câmbio "determinadas principalmente pelo mercado" e incentivaram "a resistir a todo o tipo de medidas protecionistas".

"A recuperação econômica mundial continua, mas de forma frágil e desigual. Em uma economia e um sistema financeiro globalizados, as respostas não coordenadas conduzirão aos piores resultados. Nossa cooperação é essencial", afirmaram os principais países ricos e emergentes ao fim de uma reunião preparatória para a cúpula do G20, que ocorre nos dias 11 e 12 de novembro em Seul.

Brasileiros não compareceram
O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não participaram do encontro.

Oficialmente, Mantega deixou de ir à Coreia para acompanhar de perto o impacto da elevação de 4% para 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos investimentos estrangeiros em renda fixa, medida que tem por objetivo conter a apreciação do real em relação ao dólar.

Meirelles decidiu permanecer no Brasil para participar da reunião do Comitê de Política Monetária que decidiu manter os juros inalterados em 10,75%.

EUA e China
Ao final da reunião, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, afirmou que os países emergentes devem permitir que suas moedas se valorizem e reforçar sua demanda interna.

Precisamos de uma "valorização gradual" das moedas dos principais países com um forte excedente comercial, disse Geithner durante uma coletiva de imprensa. Sem citar a China, estimou que estas economias devem afastar-se da "dependência das exportações e reforçar sua demanda interna".

Os esforços dos Estados Unidos para limitar os atuais desequilíbrios das contas correntes a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), uma medida que apontava diretamente ao superávit da China, encontraram resistência em várias nações.

As propostas dos Estados Unidos para regular os desequilíbrios das contas correntes acontecem enquanto Pequim acumulou US$ 2,65 trilhões em reservas de moeda oficial como consequência de seu enorme superávit comercial, o que levou a Câmara dos Deputados norte-americana a aprovar uma lei que ameaça retaliações a menos que a China permita o fortalecimento de sua moeda.

As tensões que no encontro levaram Japão e China a rebater as propostas norte-americanas continuaram até depois do fim da cúpula.

Geithner também pronunciou-se a favor de uma política de "dólar forte" e admitiu que seu país tem uma responsabilidade no mercado cambial. "Deixe-me dizer mais uma vez que a política dos Estados Unidos é apoiar um dólar forte", esclareceu.

Os Estados Unidos têm uma "responsabilidade particular" em termos de mercado cambial para prevenir a volatilidade, disse.

Japão e Grã-Bretanha
O ministro de Finanças do Japão, Yoshihiko Noda, disse que o comunicado divulgado pelo G20 significa que os países avançados terão uma postura "mais ativa" contra as movimentações excessivas nas taxas de câmbio.

"Eu quero reiterar o fato de que somos capazes de chegar a um certo nível de acordo", disse Noda. "Até agora, nós fomos além de reconhecer que a volatilidade excessiva ou os movimentos desordenados têm um impacto negativo." Noda renovou sua promessa de tomar medidas decisivas", que é a expressão usada pelo Japão para se referir à intervenção cambial, quando vir necessidade de uma ação como essa.

Já o ministro de Finanças do Reino Unido, George Osborne, disse que um acordo mais específico sobre metas para os desequilíbrios está dentro das possibilidades da reunião de cúpula do G-20 agendada para o próximo mês em Seul.

Osborne classificou também de "histórico" o acordo para alocar mais poder no Fundo Monetário Internacional (FMI) para os países emergentes.

Histórico
O G20 foi criado em 1999, na esteira da crise financeira asiática de 1997, para reunir as principais economias ricas e emergentes para estabilizar o mercado financeiro global.

Desde a sua criação, o G20 realiza reúne os ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais destes países para discutir medidas para promover a estabilidade financeira do mundo e alcançar um crescimento sustentável e equilibrado.

Com informações da Reuters e da France Presse

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